Autor: admin

  • Que tal um passeio cultural no Planetário em Itaquera?

    Hoje trazemos uma dica mais que especial para quem mora no bairro de Itaquera. Venha conosco conhecer um pouco mais do Planetário.

    Planetário Municipal do Carmo – Professor Acácio Riberi

    Está em busca de uma experiência muito divertida, imersiva e muito diferente? Então venha conhecer o Planetário Municipal do Parque do Carmo localizado em Itaquera, uma ótima opção para um passeio de final de semana com a família, com um espetáculo onde podemos ter uma experiencia sensorial e espacial única.

    Planetário do Carmo

    Através de uma sessão de 40 minutos você terá a oportunidade de embarcar em uma viajem na cúpula, aprendendo e conhecendo o céu noturno de outra maneira, podendo visitar outros planetas, estrelas, nebulosas, galáxias e constelações. Com profissionais e astrônomos guiando e tirando todas as duvidas e fazendo uma palestra sobre o céu do dia.

    História do Planetário do Carmo.

    O planetário foi inaugurado meados de 2005. O prédio é composto por uma sala de projeção com o teto em formato de cúpula e um auditório com 70 lugares.

    Acácio Riberi era contador, mas depois de perder completamente a visão por um descolamento de retina, teve que interromper a carreira. Frequentador do planetário do Ibirapuera, Acácio chamou a atenção do Prof. Aristóteles Orsini, que o convidou a participar das reuniões de formação da equipe. Pouco tempo depois ele passou a dar aulas de astronomia na Escola Municipal de Astrofísica.

    O que fazer nas redondezas?

    O Planetário Municipal do Carmo é um local muito acessível e está próximo de algumas atrações dos bairros de Itaquera, Jardim Nossa Senhora do Carmo e Aricanduva.

    Veja algumas opções do que fazer:

    A região de Itaquera é imensa e conta com diversas opções de lazer. O bairro Jardim Nossa Senhora do Carmo, onde está localizado o Parque do Carmo e o Planetário é uma extensa área residencial com casas e comércios de diversos tipos.

    Além das diversões diárias como parques, praças, clubes e lojas populares, há ainda diversas opções noturnas como casas de shows, igrejas e restaurantes para todos os gostos.

    Agora que você já conhece um pouco mais desta região, que tal morar por aqui?

    Você está em busca de imóveis para morar em Itaquera ou no Jardim Nossa Senhora do Carmo, perto do Planetário, parque do Carmo e Sesc?

    No Biliu Negócios Imobiliários, podemos te ajudar a encontrar um novo lar, e o melhor: Tudo do jeitinho que você deseja. Fale com um de nossos agentes imobiliários ou acesse nosso site. São mais de 1.000 opções de imóveis entre casas e apartamentos em diversos bairros da zona leste. Encontre seu apartamento novo ou casa m Itaquera, Artur Alvim, Cidade Líder ou em qualquer outro bairro das redondezas. Siga a Biliu nas redes sociais e acompanhe nosso blog para mais dicas.

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  • Qual o valor necessário de entrada para comprar um imóvel financiado?

    Comprar um imóvel financiado é uma opção para muitas pessoas que desejam realizar o sonho da casa própria, mas não têm condições de pagar à vista. No entanto, para obter um financiamento imobiliário, é preciso dar uma entrada, que é uma parte do valor do imóvel que deve ser paga no ato da compra. Mas qual é o valor mínimo de entrada para financiar um imóvel? É possível financiar sem entrada? Quais são as vantagens e desvantagens de dar uma entrada maior ou menor? Neste artigo, vamos responder essas e outras perguntas sobre o assunto. Acompanhe!

    O que é o valor de entrada em um financiamento?
    O valor de entrada em um financiamento é uma porcentagem do valor total do imóvel, que precisa ser pago logo na aquisição do imóvel. Em média, o percentual de entrada mais praticado pelo mercado gira em torno de 20%. Isso significa que, se você quer comprar um imóvel de R$ 300 mil, por exemplo, terá que dar R$ 60 mil de entrada e financiar os R$ 240 mil restantes.

    A entrada serve como uma garantia para o banco ou a instituição financeira que vai conceder o crédito, pois reduz o risco de inadimplência e demonstra o comprometimento do comprador com a operação. Além disso, a entrada também influencia no valor das parcelas e nos juros do financiamento, como veremos adiante.

    Qual é o valor mínimo de entrada para financiar um imóvel?
    Não há uma regra única para definir o valor mínimo de entrada para financiar um imóvel, pois ele depende de vários fatores, como o perfil do comprador, a renda familiar, o valor e a localização do imóvel, o tipo e o prazo do financiamento, a modalidade e a taxa de juros, entre outros. Por isso, cada caso deve ser analisado individualmente pelo banco ou pela instituição financeira.

    O valor da entrada de um financiamento imobiliário nada mais é que a diferença entre o valor total do imóvel e o valor financiado que o banco liberou para aquela instituição. Geralmente, o valor de entrada é por volta de 20% a 30% do preço total do imóvel. Há algumas instituições que exigem apenas 10%.

    No entanto, existem algumas situações em que é possível financiar um imóvel sem entrada ou com uma entrada menor. Por exemplo:

    Se você usar o seu FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) como parte da entrada ou como amortização do saldo devedor;
    Se você optar pelo programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), que oferece subsídios e condições facilitadas para famílias de baixa renda;
    Se você negociar diretamente com a construtora ou com o proprietário do imóvel e conseguir um desconto ou uma forma de pagamento diferenciada;
    Se você tiver uma boa pontuação no cadastro positivo e um histórico de bom pagador;
    Se você escolher um imóvel mais barato ou em uma região menos valorizada.


    Quais são as vantagens e desvantagens de dar uma entrada maior ou menor?
    Dar uma entrada maior ou menor para financiar um imóvel tem vantagens e desvantagens que devem ser consideradas na hora da decisão. Veja alguns prós e contras de cada opção:

    Entrada maior
    a) Vantagens:

    • Reduz o valor das parcelas e dos juros do financiamento;
    • Aumenta as chances de aprovação do crédito;
    • Diminui o risco de endividamento;
    • Permite escolher um imóvel mais caro ou em uma região mais valorizada.

    b) Desvantagens:

    • Exige um planejamento financeiro prévio e uma economia maior;
    • Pode comprometer a reserva de emergência ou outros investimentos;
    • Pode demorar mais tempo para conseguir juntar o valor necessário.

    Entrada menor

    a) Vantagens:

    • Facilita a compra do imóvel em um curto prazo;
    • Permite manter uma reserva financeira para eventuais emergências ou oportunidades;
    • Possibilita aproveitar as condições especiais de financiamento, como o MCMV ou o uso do FGTS.

    b)Desvantagens:

    • Aumenta o valor das parcelas e dos juros do financiamento;
    • Diminui as chances de aprovação do crédito;
    • Aumenta o risco de endividamento;
    • Limita a escolha do imóvel ou da região.

    Como funciona a simulação do financiamento?
    Uma forma de saber qual é o valor de entrada para financiar um imóvel é fazer uma simulação do financiamento. A simulação é um serviço gratuito e online que permite estimar o valor das parcelas, dos juros, do prazo e da entrada de um financiamento imobiliário, de acordo com os dados informados pelo usuário.

    Para fazer uma simulação, você pode falar com um dos agentes da Biliu Negócios Imobiliários, você precisará apresentar informações básicas, como:

    O valor do imóvel;
    A renda familiar;
    O tipo de imóvel (novo, usado, na planta, comercial, residencial etc.);
    A localização do imóvel (cidade e estado);
    O sistema de amortização (SAC ou PRICE);
    A modalidade de juros (prefixada, pós-fixada ou híbrida);
    O prazo do financiamento.

    Após inserir essas informações, você poderá visualizar as opções de financiamento disponíveis para o seu perfil e comparar as condições oferecidas por diferentes bancos ou instituições financeiras. Assim, você poderá escolher a melhor alternativa para o seu caso e planejar a sua compra com mais segurança e tranquilidade.

    Conclusão
    Como vimos, o valor de entrada para comprar um imóvel financiado é uma variável que depende de vários fatores e que pode ser negociado entre as partes envolvidas. Dar uma entrada maior ou menor tem vantagens e desvantagens que devem ser avaliadas com cuidado. Além disso, fazer uma simulação do financiamento é uma forma de saber qual é o valor de entrada ideal para o seu orçamento e para o seu objetivo.

    Espero que este artigo tenha sido útil para você. Se você gostou, compartilhe com seus amigos nas redes sociais. E se você tem alguma dúvida
    ou sugestão, deixe um comentário abaixo. ?

  • Qual é a idade, mínima e máxima, para financiar um imóvel?

    Saiba quais idades mínimas e máximas para financiar um imóvel.

    Financiar um imóvel é uma das formas mais comuns de realizar o sonho da casa própria. Porém, para obter esse tipo de crédito, é preciso atender a alguns requisitos, entre eles, a idade do comprador. Neste artigo, vamos explicar qual é a idade mínima e máxima para financiar um imóvel, quais são as vantagens de começar cedo e quais são os outros fatores que influenciam na aprovação do financiamento.

    Idade mínima para financiar um imóvel

    A idade mínima para financiar um imóvel é 18 anos, que é a idade legal para assinar qualquer contrato no Brasil. Portanto, se você já tem essa idade e quer investir em uma propriedade, pode solicitar um financiamento imobiliário em qualquer banco ou instituição financeira.

    Idade máxima para financiar um imóvel

    A idade máxima para financiar um imóvel varia de acordo com o prazo do financiamento e o limite estabelecido pelo banco. Em geral, os principais bancos brasileiros fixam a idade máxima em 80 anos e 6 meses para o término do pagamento das parcelas. Isso significa que a idade do comprador somada ao tempo de financiamento não pode ultrapassar esse limite.

    Por exemplo:

    • Se você tem 70 anos, o prazo máximo de financiamento será de 10 anos e 6 meses;
    • Se você tem 60 anos, o prazo máximo será de 20 anos e 6 meses;
    • Se você tem 50 anos, o prazo máximo será de 30 anos e 6 meses (mas apenas se o banco financiar além de 360 meses).

    Vantagens de começar cedo

    Começar cedo a busca pelo financiamento imobiliário pode trazer algumas vantagens para o comprador. Uma delas é a possibilidade de escolher prazos mais longos e parcelas menores, já que a idade máxima não será um empecilho. Outra vantagem é economizar no valor dos seguros obrigatórios que compõem o financiamento, como o seguro por morte ou invalidez permanente (MIP) e o seguro de danos físicos ao imóvel (DFI).

    Outros fatores que influenciam na aprovação do financiamento

    Além da idade, existem outros fatores que influenciam na aprovação do financiamento imobiliário. São eles:

    • Comprovação de renda: é preciso apresentar documentos que comprovem a renda mensal do comprador, como imposto de renda, contracheques ou extratos bancários. A renda mínima exigida varia conforme o valor do imóvel e o tipo de financiamento;
    • Análise de crédito: é preciso ter um bom histórico de pagamento e não ter restrições no nome, como dívidas em atraso ou negativações no Serasa ou SPC. O banco também consulta o score de crédito do comprador, que é uma pontuação que indica o risco de inadimplência;
    • Valor da entrada: é preciso dar uma entrada no valor do imóvel, que pode variar de 10% a 30%, dependendo do banco e do tipo de financiamento. Quanto maior a entrada, menor será o valor financiado e as taxas de juros;
    • Capacidade jurídica: é preciso ter capacidade jurídica para exercer os direitos e deveres decorrentes do contrato de financiamento. Isso significa estar em pleno gozo das faculdades mentais e não ter impedimentos legais, como interdição ou tutela.

    Como se preparar para o financiamento imobiliário

    Se você quer se preparar para o financiamento imobiliário, é importante seguir algumas dicas, como:

    • Planeje-se financeiramente: faça um orçamento pessoal e familiar, controle seus gastos, poupe dinheiro para a entrada e para as despesas extras, como cartório e impostos. Lembre-se de que a prestação do financiamento não deve comprometer mais do que 30% da sua renda mensal;
    • Pesquise as opções de financiamento: compare as condições oferecidas pelos diferentes bancos e instituições financeiras, como taxas de juros, prazos, sistemas de amortização, seguros e tarifas. Escolha a opção que melhor se encaixa no seu perfil e no seu bolso;
    • Simule o financiamento: use os simuladores disponíveis nos sites dos bancos ou em plataformas especializadas para ter uma ideia do valor das parcelas, do saldo devedor, do custo efetivo total e do prazo do financiamento. Assim, você pode se planejar melhor e evitar surpresas;
    • Conte com uma assessoria especializada: se você quer ter mais segurança e tranquilidade na hora de financiar o seu imóvel, conte com uma assessoria especializada que possa te orientar em todas as etapas do processo, desde a escolha do imóvel até a assinatura do contrato.

    Conclusão

    Financiar um imóvel é uma decisão importante que requer planejamento e cuidado. Por isso, é fundamental saber qual é a idade mínima e máxima para financiar um imóvel, além dos outros requisitos exigidos pelos bancos. Quanto mais cedo você começar a se preparar para o financiamento imobiliário, maiores serão as suas chances de conseguir as melhores condições e realizar o seu sonho da casa própria.

    Espero que este artigo tenha sido útil para você. Se você gostou, compartilhe com seus amigos e familiares que também querem financiar um imóvel. E se você tem alguma dúvida ou sugestão, deixe um comentário abaixo. Obrigado pela leitura!

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  • O preço médio dos imóveis na região da zona leste de São Paulo em 2023

    O mercado imobiliário na zona leste de São Paulo tem se mostrado um dos mais dinâmicos e atrativos da cidade nos últimos anos. Com uma ampla oferta de serviços, transportes e novos empreendimentos, a região tem atraído compradores e vendedores de imóveis que buscam qualidade de vida, conveniência e rentabilidade.

    Shopping Metrô Tatuapé

    Segundo uma pesquisas feitas recentemente, o bairro do Tatuapé foi o mais procurado por compradores e vendedores de imóveis em 2022, seguido por Mooca, Itaquera, Vila Carrão e Vila Formosa. O preço médio do metro quadrado na capital paulista foi de R$ 6.685, 2% acima do registrado em 2021.

    As pesquisas ressaltaram ainda a presença do prédio residencial mais alto da cidade, de 50 andares e 172 metros de altura, que fica no Tatuapé e foi inaugurado no final de 2022. O edifício é um exemplo da transformação que a zona leste vem passando, com lançamentos de alto padrão que se destacam na paisagem.

    Para 2023, as perspectivas são de que o mercado imobiliário na zona leste continue aquecido, apesar do cenário macroeconômico desafiador, com taxas de juros elevadas e inflação em alta. A retomada do programa Minha Casa Minha Vida, anunciada pelo governo federal em fevereiro, deve impulsionar a demanda por imóveis no segmento econômico, com subsídios, redução da taxa de juros e maior prazo de financiamento.

    Além disso, a zona leste deve se beneficiar da melhora da renda da população e da redução do desemprego, que impactam positivamente a capacidade de compra dos consumidores. A região também conta com uma boa infraestrutura de transportes, com linhas de metrô, trem e ônibus que facilitam o acesso ao centro e outras áreas da cidade.

    O valor médio do metro quadrado das casas na zona leste de São Paulo em 2023 é de R$ 4.620, variando entre R$ 3.790 (Itaquera) e R$ 5.210 (Tatuapé). A estimativa de valores podem ser impactadas considerando fatores como localização, tamanho, estado de conservação e acabamento.

    Para mais informações das pesquisas fale com nossos especialistas!

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  • O preço médio dos imóveis na região da zona leste de São Paulo em 2023

    oferta de serviços, transportes e novos empreendimentos, a região tem atraído compradores e vendedores de imóveis que buscam qualidade de vida, conveniência e rentabilidade.

    Segundo uma pesquisas feitas recentemente, o bairro do Tatuapé foi o mais procurado por compradores e vendedores de imóveis em 2022, seguido por Mooca, Itaquera, Vila Carrão e Vila Formosa. O preço médio do metro quadrado na capital paulista foi de R$ 6.685, 2% acima do registrado em 2021.

    As pesquisas ressaltaram ainda a presença do prédio residencial mais alto da cidade, de 50 andares e 172 metros de altura, que fica no Tatuapé e foi inaugurado no final de 2022. O edifício é um exemplo da transformação que a zona leste vem passando, com lançamentos de alto padrão que se destacam na paisagem.

    Para 2023, as perspectivas são de que o mercado imobiliário na zona leste continue aquecido, apesar do cenário macroeconômico desafiador, com taxas de juros elevadas e inflação em alta. A retomada do programa Minha Casa Minha Vida, anunciada pelo governo federal em fevereiro, deve impulsionar a demanda por imóveis no segmento econômico, com subsídios, redução da taxa de juros e maior prazo de financiamento.

    Além disso, a zona leste deve se beneficiar da melhora da renda da população e da redução do desemprego, que impactam positivamente a capacidade de compra dos consumidores. A região também conta com uma boa infraestrutura de transportes, com linhas de metrô, trem e ônibus que facilitam o acesso ao centro e outras áreas da cidade.

    O valor médio do metro quadrado das casas na zona leste de São Paulo em 2023 é de R$ 4.620, variando entre R$ 3.790 (Itaquera) e R$ 5.210 (Tatuapé). A estimativa de valores podem ser impactadas considerando fatores como localização, tamanho, estado de conservação e acabamento.

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  • Morar em apartamento na zona leste

    7 razão para se morar em um apartamento na zona leste

  • Minha Casa, Minha Vida 2023: saiba tudo sobre o programa de habitação popular

    Você sonha em ter a sua casa própria? Então você precisa conhecer o Minha Casa, Minha Vida 2023, o programa de habitação do governo federal que oferece condições facilitadas para a compra de imóveis novos ou usados, na cidade ou no campo.

    O programa tem como meta contratar dois milhões de moradias até 2026, beneficiando famílias com renda bruta mensal de até R$ 8 mil na área urbana e até R$ 96 mil na área rural.

    Para participar do programa, é preciso se enquadrar em uma das faixas de renda e não possuir imóvel em seu nome. Além disso, é necessário apresentar documentos pessoais e comprovantes de renda e residência.

    O programa oferece subsídios que podem chegar a 95% do valor do imóvel, ou seja, a família paga apenas 5% do montante. O subsídio é a parte do financiamento que é paga pela União por meio do programa habitacional.

    O teto do subsídio varia de acordo com a localização e o tipo do imóvel. Para novos imóveis em áreas urbanas e locação social, o limite é de R$ 170 mil. Para novos imóveis em áreas rurais, o limite é de R$ 75 mil. E para melhoria habitacional em áreas rurais, o limite é de R$ 40 mil.

    O programa também oferece taxas de juros abaixo do mercado e prazos de pagamento que podem chegar a 30 anos. As taxas de juros variam de acordo com a faixa de renda e a região do país.

    Uma das novidades do Minha Casa, Minha Vida 2023 é o retorno da Faixa 1, voltada para famílias com renda bruta mensal de até R$ 2.640 na área urbana e até R$ 31.680 na área rural. Essa faixa de renda foi excluída do programa nos últimos quatro anos. Agora, a ideia é que até 50% das unidades financiadas e subsidiadas sejam destinadas a esse público. Além disso, o programa contempla imóveis até R$ 350 mil.

    Outras novidades são a ampliação da inclusão da locação social, a possibilidade de aquisição de moradia urbana usada e a inclusão de famílias em situação de rua no programa. Além disso, os novos empreendimentos estarão mais próximos a comércio, serviços e equipamentos públicos, e com melhor infraestrutura no entorno.

    O Minha Casa, Minha Vida é uma oportunidade única para você realizar o seu sonho da casa própria. Não perca tempo e procure uma agência da Caixa Econômica Federal ou um correspondente Caixa Aqui para saber mais sobre as condições e os requisitos do programa.

    Não deixe essa chance passar.

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  • Manutenção residencial: tudo que você precisa saber.

    Você sabia que a sua casa precisa de cuidados regulares para manter sua funcionalidade, segurança e valorização? Assim como você faz check-ups periódicos com o médico, a sua casa também precisa passar por uma inspeção. E é aí que entra a manutenção residencial, um serviço essencial para conservar ou melhorar as condições físicas e operacionais dos imóveis.

    Neste artigo, você vai aprender o que é manutenção residencial, quais são os tipos, como fazer e por que é importante. Acompanhe!

    Manutenção residencial.

    O que é manutenção residencial?

    A manutenção residencial é toda ação preventiva ou corretiva realizada na parte interna e externa de um imóvel com o objetivo de evitar acidentes, estragos e problemas estruturais, como telhado, piso, paredes, instalações elétricas e hidráulicas.

    A manutenção residencial pode ser dividida em dois tipos:

    • Manutenção preventiva: é aquela que é feita de forma periódica e planejada, antes que os problemas apareçam ou se agravem. Ela visa prolongar a vida útil dos componentes da edificação e garantir seu bom desempenho.
    • Manutenção corretiva: é aquela que é feita de forma emergencial e pontual, quando algum problema já está evidente ou comprometendo a funcionalidade ou a segurança do imóvel. Ela visa restaurar as condições normais de uso e operação dos componentes da edificação.

    Como fazer manutenção residencial?

    A manutenção residencial deve ser feita seguindo algumas boas práticas, como:

    • Fazer uma vistoria periódica nos imóveis, verificando se há sinais de desgaste, danos ou irregularidades nas paredes, pisos, tetos, portas, janelas, instalações elétricas e hidráulicas, etc.
    • Contratar profissionais qualificados para fazer reparos ou reformas nos imóveis, seguindo as normas técnicas e de segurança. Evitar fazer gambiarras ou serviços amadores que podem comprometer a qualidade e a durabilidade dos imóveis.
    • Limpar e higienizar os imóveis regularmente, evitando o acúmulo de sujeira, poeira, gordura, umidade e lixo. Usar produtos adequados para cada tipo de superfície e material. Ventilar os ambientes e evitar o uso excessivo de umidificadores ou ar-condicionado.
    • Proteger os imóveis contra as intempéries, como sol, chuva, vento e granizo. Usar telhas, calhas, rufos e impermeabilizantes para evitar infiltrações e goteiras. Aplicar tintas e vernizes que resistam às variações climáticas e aos raios UV. Instalar telas ou grades nas janelas para evitar a entrada de insetos ou animais.

    Além disso, é importante seguir um cronograma de manutenção residencial para cada tipo de componente da edificação. Por exemplo:

    • Ar condicionado: deve ser limpo mensalmente e revisado anualmente por um técnico especializado.
    • Aquecedores a gás: devem ser limpos trimestralmente e revisados anualmente por um técnico especializado.
    • Rede hidráulica: deve ser verificada semestralmente para detectar possíveis vazamentos ou entupimentos.
    • Pisos e revestimentos: devem ser limpos semanalmente com produtos adequados e rejuntes devem ser trocados quando estiverem danificados ou soltos.
    • Portas e janelas: devem ser lubrificadas semestralmente para garantir seu bom funcionamento e vedação.
    • Rede elétrica: deve ser verificada anualmente por um eletricista para checar se há sobrecarga ou fuga de corrente.
    • Redes de proteção: devem ser trocadas a cada cinco anos ou quando apresentarem rasgos ou desgastes.
    • Dedetização: deve ser feita a cada seis meses ou quando houver sinais de infestação de pragas.

    Por que fazer manutenção residencial?

    A manutenção residencial é importante por vários motivos, como:

    • Garantir o conforto e a qualidade de vida dos moradores, evitando problemas como vazamentos, infiltrações, mofo, pragas, ruídos, etc.
    • Preservar a segurança e a saúde dos moradores, prevenindo acidentes como incêndios, choques elétricos, desabamentos, etc.
    • Proteger o patrimônio dos moradores, evitando a desvalorização ou a perda dos imóveis por deterioração ou danos irreversíveis.
    • Economizar dinheiro e tempo dos moradores, evitando gastos maiores ou emergenciais com reparos ou reformas.
    • Contribuir para a sustentabilidade e a responsabilidade social dos moradores, reduzindo o consumo de energia e água, o desperdício de materiais e o impacto ambiental dos imóveis.

    Conclusão

    A manutenção residencial é um serviço essencial para conservar ou melhorar as condições físicas e operacionais dos imóveis, garantindo sua segurança, conforto e valorização. Ela pode ser preventiva ou corretiva, dependendo da situação e da necessidade de cada imóvel.

    Para fazer uma boa manutenção residencial, é preciso seguir algumas boas práticas, como fazer uma vistoria periódica nos imóveis, contratar profissionais qualificados para fazer reparos ou reformas nos imóveis, limpar e higienizar os imóveis regularmente, proteger os imóveis contra as intempéries e seguir um cronograma de manutenção residencial para cada tipo de componente da edificação.

    A manutenção residencial é importante por vários motivos, como garantir o conforto e a qualidade de vida dos moradores, preservar a segurança e a saúde dos moradores, proteger o patrimônio dos moradores, economizar dinheiro e tempo dos moradores e contribuir para a sustentabilidade e a responsabilidade social dos moradores.

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  • Juros imobiliários tendem a cair: o que isso significa para você?

    Se você está pensando em comprar um imóvel, seja para morar ou investir, talvez esteja se perguntando se este é o melhor momento para fechar negócio. Afinal, os juros do crédito imobiliário estão em queda e podem ficar ainda mais baixos em 2023. Neste artigo, vamos explicar os motivos dessa tendência e as consequências para a inflação e o seu bolso.

    Tudo que você precisa saber sobre taxas e impostos em uma transação imobiliária.

    Os juros do crédito imobiliário são baseados na taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic, que é definida pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom). A Selic é a taxa que o BC cobra dos bancos para emprestar dinheiro e serve como referência para outras taxas na economia.

    Em 2020, o Copom reduziu a Selic para o menor nível da história, 2% ao ano, como forma de estimular a recuperação econômica após a crise provocada pela pandemia de Covid-19. No entanto, em 2021, diante do aumento da inflação e da incerteza fiscal, o Copom iniciou um ciclo de alta da Selic, que já chegou a 7,75% ao ano em outubro.

    A expectativa dos analistas é de que a Selic continue subindo até atingir 10% ao ano no início de 2023. Mas depois disso, há uma projeção de que os juros comecem a cair novamente, à medida que a inflação recue e o cenário político se estabilize após as eleições presidenciais.

    O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou em setembro que o recuo da inflação pode fazer os juros caírem em 2023. Segundo ele, a inflação atual é temporária e decorre de choques de oferta causados pela pandemia, como a alta dos preços da energia elétrica e dos combustíveis. Ele disse que o governo está tomando medidas para conter esses choques e que a inflação deve convergir para a meta em 2023.

    A meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para 2023 é de 3%, com uma margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. Ou seja, a inflação pode ficar entre 1,5% e 4,5% sem que o BC descumpra a meta.

    Mas o que isso significa para você que quer comprar um imóvel? Significa que os juros do crédito imobiliário tendem a cair junto com a Selic e tornar o financiamento mais barato e acessível. Isso pode ser uma boa oportunidade para realizar o sonho da casa própria ou investir em um imóvel para alugar ou revender.

    No entanto, é preciso ficar atento a alguns fatores que podem influenciar na sua decisão. Por exemplo:

    A queda dos juros pode aumentar a demanda por imóveis e fazer os preços subirem. Por isso, é importante pesquisar bem o mercado e negociar as melhores condições.
    A queda dos juros também pode reduzir o rendimento das aplicações financeiras e tornar o investimento imobiliário mais atrativo. Por isso, é importante comparar as rentabilidades e os riscos das diferentes opções.
    A queda dos juros pode variar conforme o tipo de financiamento escolhido. Por exemplo, há modalidades corrigidas pela poupança, pelo IPCA ou pelo TR. Cada uma tem suas vantagens e desvantagens e pode se adequar melhor ao seu perfil e ao seu orçamento.
    A queda dos juros pode ser afetada por fatores externos, como a situação econômica global, a taxa de câmbio e as expectativas do mercado. Por isso, é importante acompanhar as notícias e as projeções do BC.
    Portanto, podemos concluir que os juros imobiliários tendem a cair em 2023, mas isso não significa que você deva comprar um imóvel sem planejamento e análise. É preciso avaliar bem as suas necessidades, as suas possibilidades e as oportunidades do mercado. E lembre-se: o crédito imobiliário é um compromisso de longo prazo, que exige disciplina e responsabilidade.

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  • Itaquera: como é viver esse bairro da Zona Leste de São Paulo.

    Bairro que é distrito dentro da subprefeitura de Itaquera na Zona Leste, Itaquera é hoje um bairro com grande oferta de serviços e lazer para moradores. Os moradores mais antigos do bairro dizem que Itaquera mudou para melhor, com as vias de acesso rápidas que foram criadas, a integração do transporte público e a verticalização que vem ocorrendo na área da habitação, além de trazer novos moradores, incentivaram o comércio e serviços locais.

    Com investimentos sociais dos governos estadual e municipal nos últimos anos, e a construção da Arena Corinthians, próxima da Estação Corinthians-Itaquera do metrô, o bairro de Itaquera e vizinhos Guaianazes, Artur Alvim, Cidade Líder, José Bonifácio, Lajeado e São Miguel Paulista se beneficiaram de desenvolvimento expressivo, em especial nas áreas da mobilidade, segurança e habitacional.

    A história de Itaquera começa por volta de 1620, apareceram as primeiras referências à “Roça Itaquera”, localizada nas proximidades do Aldeamento de São Miguel. No final do século XVII, a região passou a ser citada como povoamento de São Miguel, no fim do século XVIII, como território da freguesia da Penha e por último como bairro do distrito de São Miguel Paulista. Em 1920, passou a ser um distrito autônomo. E partir daí começou o seu desenvolvimento, e grande parte de forma clássica por meio de loteamento. Essas características fazem de Itaquera uma região de ligação entre os bairros e municípios da Zona Leste, desde o início da cidade de São Paulo até os dias de hoje.

    Onde fica Itaquera? Parte da subprefeitura de mesmo nome, o bairro de Itaquera está localizado na Zona Leste de São Paulo. Com uma área com cerca de 14 km quadrados. Entre as principais ruas e avenidas estão do bairro de Itaquera estão a Avenida Jacu Pêssego/Nova Trabalhadores, via de acesso rápido cruzando vários bairros da região; Avenida Radial Leste, cuja continuação foi realizada na fase do desenvolvimento recente da região; Avenida Itaquera, com 6,3 km de extensão, ligando Itaquera à Avenida Aricanduva; Avenida Maria Luiza Americano, que aos poucos vem se transformando em um point de alimentação e gastronomia, com restaurantes e pizzarias ao longo da sua extensão e a Avenida dos Campanellas, que liga Itaquera ao bairro do Artur Alvim.

    Bairros próximos de Itaquera. Itaquera é vizinho de vários bairros na Zona Leste como: Vila Suíça, Parque Guarani, Jardim São João, Parque Sevilha, Vila Taquari, Vila Verde, Jardim Naufal, Vila Bozzini, Jardim Norma, Conj. Hab. Águia de Haia, Conj. Hab. A.E., Parque do Carmo, José Bonifácio e Cidade Líder, são alguns exemplos de bairros próximos.

    O que tem em Itaquera? O bairro conta com ampla infraestrutura de serviços, como escolas, hospitais, postos de saúde, supermercados e feiras livres. Os transportes também fazem de Itaquera um ponto de comunicação com diferentes regiões da cidade, através da Linha 3-Vermeha do Metrô, da Linha 11-Coral de trens da CPTM. O lazer também tem espaço garantido para os moradores, que podem desfrutar de dois shoppings Itaquera e Aricanduva, clubes como Sesc Itaquera e não podemos esquecer da Arena Corinthians e do Parque do Carmo – Olavo Egydio Setúbal.

    Como chegar em Itaquera. O bairro de Itaquera Conta com uma grande rede de transporte, então é possível chegar em Itaquera de ônibus, trem, metrô, carro e até mesmo de bicicleta. Com dezenas de opções de ônibus que cruzam as principais vias do bairro e estações de trem e metro que conta com a linha 3- vermelha do metrô e linha 11- coral de trem da CPTM. E Itaquera também possui ciclo faixas que somam quase 14 km de extensão.

    Itaquera é um bairro nobre? O bairro não é considerado nobre. Por definição, um bairro nobre é aquele que tem a maioria de seus imóveis avaliados como de alto padrão. Apesar dos novos lançamentos imobiliários serem considerados de alto padrão. Itaquera é bem-servida de opções de lugares para lazer, entretenimento e serviços para todos os gostos. O bairro de Itaquera abriga um dos estádios mais importantes de São Paulo, a Neo Química Arena, popularmente chamado de estádio do Corinthians. Mas é só isso que Itaquera pode oferecer tem muitas opções de lazer como o Parque do Carmo, Parque Linear, Museu do Povo, Aquário de Itaquera e Sesc Itaquera. Além desses exemplos, são mais dois shoppings center, shopping Itaquera, shopping Aricanduva e dezenas de bares e restaurantes espalhados pela região.

    Itaquera tem hospitais? O bairro conta com ótimas opções na área da saúde, entre os principais estão o Hospital Santa Marcelina (Rua Santa Marcelina 177), o hospital Santa Marcelina de Itaquera, é a principal referencia hospitalar da Zona Leste, com 60 anos de atuação. Mas a região conta com mais de cinco AMAS/UBS e muitos postos de saúde.

    Agora que você já conhece um pouco mais desta região e dos bairros ao redor, que tal morar por aqui? Você que está buscando praticidade, facilidade e mobilidade urbana, essa é a oportunidade para buscar imóveis em Itaquera. Na Biliu Negócios Imobiliários, podemos te ajudar a encontrar um novo lar, e o melhor nisso tudo é que temos os imóveis do jeitinho que você deseja. Fale com um de nossos agentes imobiliários ou acesse nosso site. São mais de 1.000 opções de imóveis entre casas e apartamentos em diversos bairros da Zona Leste. Encontre seu apartamento novo ou casa em Itaquera, Artur Alvim, Cidade Líder ou em qualquer outro bairro das redondezas.

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